

Li
numa
propaganda
qualquer
uma
frase
que
arrancou
minha
alma
de
uma
torpe
e
insatisfatória
acomodação.
Eis
a
frase
(sem
autoria):
“Você
que
sempre
se
entregou
a
tantas
responsabilidades,
está
na
hora
de
se
entregar
aos
seus
sonhos.”
Pronto!
O
rebuliço
estava
feito
no
meu
interior!
Meus
sonhos?
Quais
eram
mesmo
os
meus
sonhos???
Sei
dos
sonhos,
desejos
e
frustrações
de
minha
família,
de
alguns
amigos,
mas...os
meus?!
Do
que
mesmo
eu
gostava?
Quem
era
mesmo
que
eu
amava?...
Essa
amargura
sempre
ficou
camuflada,
pois
era
necessário
aparentar
sempre
otimismo,
alegria,
auto-estima
super
elevada...(não
seria
isso
algum
complexo
de
superioridade?!).
Mas
ela
tem
que
ser
encarada,
tratada,
curada!
Chega!
Quero
ter
o
direito
de
não
aceitar
muitas
coisas.
Só
assim
posso
mudar
o
rumo
das
coisas!
Quero
ter
o
direito
de
dizer
não,
de
dizer
sim...por
mim,
por
meus
sonhos,
que
devem
estar
engavetados
nalgum
canto
empoeirado...com
minha
utópica
“permissão”!!!
“Você
que
sempre
se
entregou
a
tantas
responsabilidades,
está
na
hora
de
se
entregar
aos
seus
sonhos.”
Hoje
é
sábado
de
sol
e
lua
nova...Vou
fazer
mais
que
fotografar
essa
luz.
Vou
me
embebedar
dela!
É
uma
responsável
e
urgente
promessa.
Edna
Feitosa
Sab/2007/set/15/13.05h
(OBS:
Eu
estava
deitada
na
grama
quando
tirei
essa
foto.
Edna)