O
desenho tem sido meu companheiro de vida desde a infância.
Do
caco de telha na calçada, aos inúmeros rabiscos
de telefone e à descoberta das deliciosas possibilidades
do GIZ NA LOUSA.
Das garatujas às formas, da cópia à criação,
da utilização dos desenhos para transmitir mensagens
de autores diversos e o amor pelo trabalho!
O fascínio que o efêmero provoca, ao apagar semanalmente
o desenho, já desenhando o próximo,
como a uma constante renovação, um permanente
renascer...
Creio que cruzarei meu espaço nessa existência
desenhando...pois só assim me sinto viva e em comunhão
com Deus...