Enfim
já vamos saber o que se deve fazer com o r e o s quando
ele
vem logo após um prefixo que termine em vogal. No começo
vai parecer
estranho, mas, lembrando-nos de quanto a moda muda e no entanto
a
gente se acostuma, é certo que, com o tempo, se a gente
não morrer antes,
acaba por acostumar-se.
SUPRESSÃO
DO HÍFEN
REGRA 04
Não
se usa o hífen quando o prefixo termina em vogal e o
segundo
elemento começa por r ou s. Nesse caso, duplicam-se essas
letras.
Exemplos:
1.
Clareou, pelo menos pra mim. Eu nunca soube mesmo se devia
escrever
minissaia ou mini-saia, ultra-som ou ultrassom. Não
fosse o dicionário eletrônico bem pertinho,
no desktop, teria que consultar o gordo Aurélio.
2. A língua portuguesa não ficou difícil,
ela sempre foi. Por sua riqueza e
complexidade, é ridículo o número de
aulas que se tem nos cursos básicos.
Trata-se de uma língua para ser estudada diariamente,
como se faz em outros países com idiomas muito mais
simples.
3. Mas, nos cursos superiores, a não ser talvez numa
Faculdade de Letras,
seu estudo some de vez, razão pela qual temos até
advogados, que dependem da palavra, cometendo erros que
não resistem, por exemplo, a uma análise sintática,
tornando seus textos prolixos e confusos, para desespero
dos juízes.