Fitei teus traços
na fotografia;
Vi o sorriso no teu aniversário;
Contemplei uma luz no meu lampadário:
Lindo o teu semblante, minha querida!
Os momentos... Guardei-os
num relicário;
Gravados, estão, no livro da vida;
Cada página, de alma enternecida,
Cultivo no meu mundo... solitário!
Nesta dor... chegaste
de mansinho,
Tua ternura iluminou o meu caminho.
Como pode existir alma tão áurea!?
Fiz de ti nobre, sublime
estrela,
Na Via Láctea... estás entre as mais belas!
Distante, absorvo as cores de tua aura!...
Machado
de Carlos
Ribeirão Preto, 23 de maio de 2002.
9h40 min.
