Vela solitária que cintila
Ao sabor do vento
No lusco-fusco do brilho das estrelas
No navegar...

Névoa do céu azul e das tormentas
O que busca inatingíveis sonhos.
E sonhos que ficaram para trás.

O vento brisa amena
Às vezes ventania
O Poeta chora e ri, mas não desisti.
Dos sonhos ventura não busca
E da ventura não quer fugir.

Os sonhos são claros e lentos
O sol sempre a brilhar...
Mas o Poeta busca a tormenta
E na tormenta busca a paz.

À todos os poetas
esta minha homenagem, especialmente
a Theca Angel, que me fez chorar muito
ainda a pouco com sua poesia.
Com admiração e respeito

 

 



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